Cobertura Olimpíadas de Inverno 2026: as delegações com os melhores looks femininas

Cobertura Olimpíadas de Inverno 2026: as delegações com os melhores looks femininas - Legbox

Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 se aproximam do fim e, junto com o espetáculo proporcionado pelas icônicas paisagens alpinas do norte da Itália, os uniformes das delegações participantes encantaram os espectadores.

Como nós amamos moda tanto quanto esportes, não poderíamos deixar de fazer um artigo analisando com todos os detalhes de cada look. Por isso, prepare o look tendência, finalize o aquecimento e vamos nessa!

Brasil: verde, azul e alma brasileira 

O time Brasil chegou na edição italiana dos jogos olímpicos de inverno com looks assinados pela grife francesa Moncler em parceria com o designer tupiniquim Oskar Metsavaht, da Osklen.

O resultado foi elegante e cheio de simbologia revelada durante o desfile através das capas brancas das porta-bandeiras que, ao serem abertas, exibiam a bandeira brasileira no forro. Já o visual de performance vem em tons inspirados no verde-amarelo com reforços estruturais e lettering discreto. 

Noruega: herança nórdica de 1956

Nesses Jogos de Inverno, os noruegueses foram nostálgicos, revisitando os uniformes criados para os próprios Jogos de Cortina d'Ampezzo de 1956, quando a grife Dale of Norway estreou no universo olímpico.


As atletas femininas desfilaram e competiram em tricôs vermelhos e brancos com padrões nórdicos tradicionais, oscilando com naturalidade entre a pista e o après-ski combinando identidade nacional e conforto térmico.

EUA: norte-americano do início ao fim

Os Estados Unidos mantêm sua parceria histórica com a Ralph Lauren, completando quase 20 anos de uniformes olímpicos assinados pela marca. Para a cerimônia de abertura, as atletas femininas do Team USA vestiam casacos de lã branca com fechamentos de madeira, suéteres de gola alta com a bandeira americana, calças de lã e botas alpinas de camurça.

A Kappa assinou os trajes técnicos para as provas e, assim como a Dale of Norway, teve como inspiração os uniformes de Jogos de Inverno anteriores, nesse caso os de 1984, utilizando gráficos em negrito, estrelas e o texto "USA" em grande escala. 

França: gradiente nas montanhas

Leglover, a delegação da França se puxou na criação dos uniformes, viu?!

Sob a direção criativa do designer Stéphane Ashpool, a Le Coq Sportif desenvolveu uniformes com um efeito ombré que transita do azul profundo ao branco neve, com pequenas manchas que remetem a mapas.

Além disso, as peças femininas incluem moletons de gola ampla, calças retas e acabamentos em sherpa, material sintético que imita a lã natural de ovelha, e equilibra isolamento térmico e respirabilidade. Lindo, lindo, lindo!

Canadá: camadas inteligentes

A Lululemon, marca canadense de activewear, entregou pela terceira edição olímpica consecutiva os uniformes do Team Canada.

Utilizando como conceito "intelligent layering", peças modulares pensadas para que as atletas possam adicionar ou remover camadas conforme a temperatura e a modalidade, a marca deu uma verdadeira aula de funcionalidade com reforço de identidade nacional.

Para isso, apresentou a tradicional folha de bordo como padrão tonal, não como símbolo explícito, em vermelho profundo e branco. 

Mongólia: tradição com toque moderno e viral

Depois de apresentar o uniforme mais bonito das Olímpiadas de Paris 2024, a Mongólia chegou à Milano-Cortina com expectativas altíssimas e entregou. Para isso, a Goyol Cashmere utilizou como inspiração o deel, traje tradicional mongol de gola alta, usando cashmere premium como fio condutor.

Luxo? Sim. Beleza? Também? Aconchego? Com toda a certeza.

As atletas femininas vestiram saias longas, tops com aplicações de folhas verdes e turbantes estampados, ocasionando uma ruptura radical com o visual convencional dos uniformes de inverno e viralizando nas redes sociais antes mesmo do início das disputas, fazendo Gengis Khan vibrar de orgulho lá no além.

Haiti: arte feita para vestir

Assim, nossa redatora metida a fashionista simplesmente amou o uniforme da delegação haitiana.

Com apenas dois atletas representando o país nos Jogos, a delegação causou um dos maiores impactos visuais com as peças criadas pela designer ítalo-haitiana Stella Jean, conhecida por integrar elementos culturais e históricos em suas criações.

Para isso, ela utilizou como inspiração a obra do rtista haitiano Edouard Duval-Carrié na criação de peças artesanais e pintadas à mão, em tecido puffer, com saias em camadas e o tignon, turbante tradicional afro-haitiano. para as representantes femininas.

O resultado foi uma galeria em forma de desfile.

O que esses looks podem nos ensinar 

Vamos combinar que a primeira lição que a gente pode aliar é que dá pra treinar com um look lindo, incrível e funcional com sucesso.

Afinal, cada delegação apresentou uniformes que dentro de suas propostas, representavam a beleza de cada país enquanto mantinham seus atletas aquecidos sem comprometer suas performances durante as provas. Além disso:

  • A roupa esportiva deve responder ao tipo de esforço, à temperatura do ambiente e ao tipo de movimento exigido para que você pode evoluir como atleta;

  • Investir em peças desenvolvidas com tecnologia deve fazer parte da sua estratégia de treino já que proporcionam sustentação muscular, facilitam a evaporação do suor e são verdadeiras aliadas para a sua rotina de treino.

A roupa certa não vai fazer milagre, mas ela mantém o seu foco na mecânica do movimento, respeitando o seu corpo, a sua mobilidade e aguentando a intensidade do treino, como as peças das Legbox fazem.

FAQ

Quais são os looks mais marcantes das atletas femininas nas Olimpíadas de Inverno 2026?

Os destaques foram os uniformes do Haiti, da Mongólia (cashmere com inspiração deel), do Brasil e França com efeito ombré em gradiente do azul profundo ao branco neve.

Por que as roupas das atletas olímpicas de inverno são tão técnicas?

Para manter o isolamento térmico, aerodinâmica, compressão e mobilidade das atletas.

Existe diferença entre moda esportiva e roupa de alta performance?

Sim. A moda esportiva é pensada principalmente para estética e uso casual, enquanto a roupa de alta performance é desenvolvida com foco em biomecânica, termorregulação e durabilidade sob esforço intenso.

O que dá para aplicar dos looks olímpicos no treino diário?

Compressão estratégica, tecidos de secagem rápida, corte ergonômico que acompanha o movimento e camadas inteligentes de acordo com a temperatura são os principais elementos que podem estar presentes nas escolhas de qualquer pessoa que treina regularmente.

Roupas esportivas influenciam no desempenho?

Sim, elas influenciam no conforto, temperatura e foco. Além de impactar no componente psicológico, já que usar a roupa certa aumenta a confiança e o foco.