Rotina pós-parto: quando voltar a treinar e quais peças ajudam
Leglover, nós poderíamos escrever artigos e mais artigos sobre as belezas da maternidade e a sensação maravilhosa que é segurar seu bebê nos braços pela primeira vez.
Entretanto, o foco deste blog é ajudar você a estabelecer e manter uma rotina de exercícios saudáveis, escolhendo as melhores peças para cada prática e estação, resolvemos abordar um tema sobre o qual se fala: rotina de treinos pós-parto.
E se parar é fácil, mas voltar é difícil em condições normais de temperatura e pressão, quando você tem um bebêzinho lindo, fofo e recém-nascido em casa, o desafio só aumenta. Pensando nisso, as duas primeiras coisas que você precisa saber são:
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Esse é um conteúdo estritamente informativo que não substitui a avaliação médica;
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Respeite o ritmo do seu corpo, priorizando o seu bem-estar e busque a orientação profissional para realizar a reintrodução da atividade física de maneira segura na sua rotina.
Lembre-se que seu corpo passou por transformações intensas no último ano e que a chegada do bebê trouxe diversas mudanças para a rotina da casa. Por isso, a retomada de uma rotina fit não deve acontecer com pressa e muito menos na base das cobranças.
Ela precisa ser uma transição tranquila, natural e contar com peças que abracem e acolham seu corpo neste momento.
Dito isso, confira se o bebê está calmo, sente-se em um local confortável e boa leitura!
Pós-parto e treino: o retorno em 4 fases (sem pressa e com respeito)
Assim como a gestação se desenrola de maneiras diferentes para cada mulher, o pós-parto também será.
Graças a isso, o processo de retomada de treinos no pós-parto dificilmente acontecerá em linha reta, mas de forma geral, ela acontece em quatro etapas: liberação médica, caminhadas leve e mobilidade, reintrodução de exercícios funcionais e treino de força e performance.
Fase 1: Após liberação médica (30 a 45 dias)
A primeira etapa representa um período bem delicado, pois seu corpo está em processo de cicatrização e deve acontecer somente após a liberação médica. Aqui, o foco não é o desempenho, mas voltar a se movimentar com suavidade e naturalidade:
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Caminhadas leves dentro de casa ou ao ar livre;
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Exercícios respiratórios;
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Mobilidade articular;
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Ativação leve de core profundo;
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Fortalecimento do assoalho pélvico.
Ficou cansada mais rápido? Não tem problema, faz parte do processo já que seu organismo ainda está se reorganizando hormonalmente e energeticamente (e acordar no meio da noite para amparar o bebê pode ser rotineiro).
Peças que ajudam
Nessa fase, o conforto é a prioridade absoluta. Seu corpo ainda está desinchando, os órgãos estão voltando para o lugar e tudo o que você é de:
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Macaquinhos de compressão leve a média: oferecem sustentação suave sem apertar em excesso;
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Conjuntos com boa elasticidade: funcionam bem para os primeiros passeios e movimentos leves.
Precisa se exercitar com o bebê junto? Não tem problema, dê prioridade para tops e macaquinhos com zíperes para facilitar a amamentação.
Fase 2: Caminhadas e mobilidade (45 a 90 dias)
Entre os 45 e os 90 dias, muitas mulheres começam a se sentir prontas para um pouco mais de movimento e se o médico liberar (sim, vamos continuar batendo nesta tecla), tudo certo.
Nesta fase, a caminhada continua sendo sua principal aliada, visto que é um atividade física leve, que ajudam na circulação, na mobilidade e na sensação de bem-estar, além de ser uma ótima oportunidade de ajudar na regulação do ciclo circadino do bebê, levando-o consigo no carrinho ou no sling.
Melhores peças
Seu corpo ainda está mudando e, como leva entre 9 e 12 meses para ele se estabilizar após a gestação, essas alterações vão continuar por mais algum tempo. Por isso, para esse período priorize peças com:
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Elastano com boa adaptação;
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Compressão suave;
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Cintura alta que não enrola;
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Tecidos respiráveis;
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Alças confortáveis.
Peças com essas características costumam ter modelagens acolhedoras que vão ajudar você a se sentir segura sem pressionar o seu corpo a “voltar ao normal”.
Fase 3: Reintrodução de exercício funcional (90–180 dias)
A partir dos três meses, sempre com acompanhamento e de forma gradual, muitas mulheres estão prontas para reintroduzir exercícios funcionais leves que visem:
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A ativação correta do abdômen profundo;
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O fortalecimento do assoalho pélvico;
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A consciência respiratória;
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O alinhamento postural;
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A progressão gradual de carga.
Essas atividades ajudam a evitar desconfortos como dor lombar, sensação de peso pélvico e perda urinária durante atividade física. Falando nisso, caso você esteja passando por episódios de diástase, vale a pena consultar uma fisioterapeuta pélvica para realizar o tratamento antes de passar para a próxima fase.
Peças que dão suporte sem apertar
A partir desta etapa, a roupa volta a ter uma função mais técnica proporcionando estabilidade e conforto durante o movimento. Boas opções incluem:
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Leggings de compressão moderada;
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Tops de sustentação média;
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Macaquinhos com alças largas;
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Tecidos firmes sem compressão extrema.
A principal dica aqui é você evite peças com alta compressão na região abdominal que podem prejudicar a sua mobilidade e provocar desconforto em pontos de sensibilidade.
Fase 4: Treino de força e performance (180+ dias)
A partir dos seis meses, com o acompanhamento médico adequado, algumas mulheres estão prontas para retomar treinos mais intensos como musculação, HIIT adaptado, treino funcional completo, corrida.
Porém, seu corpo ainda está e continuará em adaptação por mais alguns meses. Dessa forma, evite comparar o seu desempenho na etapa 4 com o de outras mulheres, ok?
Respeite o seu corpo e vá no seu tempo. O que importa é você se sentir bem física e mentalmente.
A Legbox tem o que você precisa para uma transição suave
Escolher o vestuário correto faz toda a diferença para que você se sinta segura e confiante ao retomar os movimentos. Por isso, a Legbox desenvolve peças que contem com:
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Cintura alta: oferece suporte suave ao abdômen sem pressionar em excesso;
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Elasticidade equilibrada: o corpo do primeiro ano pós-parto está em constante transformação e peças com boa elasticidade acompanham essas mudanças sem perder o caimento;
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Compressão graduada: nem toda compressão é igual e gera o mesmo resultado. Por isso, contamos com peças com compressão leve, média e alta para acompanhar os seus objetivos e as fases da sua recuperação.
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Sustentação: as modelagens dos nossos tops são pensadas para atender diferentes tipos de corpos e práticas esportivas.
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Tecido que respira: optamos por tecidos que tenham boa respirabilidade, aumentando o seu conforto durante todo o treino.
Com a liberação do seu médico e roupas que proporcionem bem-estar, acompanhando você com conforto nesta nova etapa, você está pronta para retomar a vida fitness.
Para isso, mantenha a calma, tenha paciência e lembre-se que essa não é uma corrida contra o espelho, mas para ajudar seu corpo a se recuperar da vida que ele gerou. Apenas foque em manter o seu ritmo e ficar bem.
Você e seu bebê merecem.
Perguntas frequentes sobre retomada de treino pós-parto
Quando posso voltar a treinar após o parto?
Somente após liberação do médico e, idealmente, da fisioterapeuta pélvica. Em muitos casos, atividades leves são liberadas entre 30 e 45 dias, mas cada recuperação é diferente.
Preciso fazer fisioterapia pélvica antes de voltar a treinar?
Não é obrigatório, mas é altamente recomendado. A fisioterapia ajuda no fortalecimento do core, do assoalho pélvico e na recuperação funcional antes de exercícios de impacto.
O tamanho vai mudar muito no primeiro ano?
Sim. O corpo costuma continuar mudando entre 9 e 12 meses após o parto, especialmente durante a amamentação. Por isso, peças adaptáveis e confortáveis costumam funcionar melhor.
Macaquinho serve para usar no pós-parto?
Serve, principalmente modelos de compressão leve ou moderada, com cintura alta e tecidos confortáveis. Compressão excessiva deve ser evitada sem orientação profissional.
Posso amamentar usando top fitness?
Sim, mas com atenção ao modelo. Tops com abertura frontal, zíper ou alças que facilitem o acesso são os mais indicados. Já os modelos de alta compressão podem comprimir as glândulas mamárias, causar desconforto e até interferir na produção de leite.